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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Morra meu amor

É um corpo, um corpo apenas
Acho que não sou eu mais é parecida
As coisas que fiz são apenas lendas
Se você não chorasse tanto agradeceria

Não sei mais o que sou
Um sonho uma ilusão
Vejo meu próprio corpo ao chão
Não quero te perder

(refrão) Porque não posso te tocar?
Não posso te beijar
Nem dormir com você

Beijá-lo sem senti-lo dói como uma lágrima
Uma lágrima de sangue no meu olho
Aqui é frio e não sinto a brisa calma
Mover teu cabelo, bater no teu rosto

São tantas histórias, abraços, sorrisos, medos
Eu perdi tudo e ninguém escuta meus apelos
Não quero estar só, neste lado sombrio
Morra! Vem logo fazer amor comigo

Me cortando


Não olhe na minha cara
Não me tache de louco
Ainda sou humano e não estou oco
Ainda tenho paixão...
Pelo meu punhal, pelo meu sangue, pelo meu transe
E por nada mais

Refrão – Me cortando eu não sinto dor
Vou bebendo meu sangue, me livrando de amor
Me cortando eu não sinto dor
Vou bebendo meu sangue, me livrando de amor
Vou bebendo meu sangue, me livrando de amor

Deixo para o espelho sussurros e sorrisos
Digo pra minha magoa...
Não estou mais deprimido
Nem sou eu mais me olhando
E não quem é você

Eu estou delirando...
Delirando...
Me cortando...
Eu não sinto dor

(Refrão)

Sei, não precisava me cortar
Eu talvez me esqueci
Que depois são duas dores...
Mais a do corte é pequena
E me ajuda a distrair

Eu só quero esquecer
Eu só quero delirar

Delirando...
Me cortando...
Eu não sinto dor

- Sussurros e sorrisos

(Refrão)

Eu não sinto dor...
Eu não sinto dor...
Eu não sinto dor...

ESTADO DE ÓDIO

Por algum motivo meu punho se fecha

Meus olhos focam friamente o enimigo
E minha boca chega a ferir de raiva

Minha mente não é mais minha mente
É uma mente capaz de matar
de doze maneiras diferentes
Sete torturas, dois envenenamentos e três massacres
seria capaz de ouvir, sentir e assistir cada um

E me controlo atuando meu personagem
Meu personagem, o segundo que mais odeio
será o segundo que vou matar

Até causar a morte de meu rival
Vou tomar cada vez mais veneno
Mais esse não sou eu
ou talvez sou?...

Hildr

A armadura que a cobre tem símbolos solares
E sua lança ponta longa
Os homens enamoram seus olhos e sentem medo deles

O lábio superior convence
O lábio inferior envenena
Quando beija toca o rosto
E mata da forma mais bela

Cavalga celestialmente pelo apocalipse
Batalha divinamente no fogo
E responde a o seu nome
E a gritos de guerra

É demônio e anjo
É guerreira e princesa
É demônio e mulher

Candelabro


Quando as luzes do candelabro se acenderem
Veremos os que se escondem na escuridão
Quando as luzes do candelabro se acenderem
Veremos nossa própria mão

Os que chamam os duendes
Os que bebem a porção
Os que vão ao cemitério
Os que não vão

Veremos o dono dos dentes em nosso pescoço
Veremos os anjos materializados
Não veremos os gárgulas petrificados

Perceberemos que estamos sós
E mais uma vez sentiremos medo
E saudades do escuro

Quando a luzes do candelabro se acenderem
Sentiremos que somos cada vez mais humanos

Caminhando a Noite

Quando caminho só ganho concentração suficiente
Para achar algumas respostas
E medito sobre o que realmente preciso
Coisas que nem sempre quero

A noite há a escuridão
E a escuridão de alguma forma me estabiliza
E me sinto mais seguro por me sentir mais capaz

Percebo que quando me sinto menos humano
Aí é que me sinto mais eu mesmo

A cada passo um novo conceito

Aquela criança amante da Lua
Vira um viajante noturno
Com tudo praticamente a
cançado
Sem medo de ficar sem objetivo
Quando não tiver mais nem um
Eu invento...

Vampiro Apaixonado

MINHA PRIMEIRA MÚSICA (ME DEDICO MAIS A PENSAMENTOS E POESIAS)

Declaração de amor de um vampiro apaixonado
Ele não pode nem toca-la e por isso está arrasado
Apaixonado por uma garota que mais parece uma ninfa
E o seu sonho de consumo foi fase-la sua menina

Um vampiro apaixonado
Quem disse que um ser inumano não pode cometer enganos
Um vampiro apaixonado
É capaz de fazer coisas que nós não faríamos por quem amamos
Um vampiro apaixonado
Quem disse que o amor é privilégio de ser humanos e anjos

Eu venderia minha alma se eu tivesse uma alma pra vender
Eu sairia no Sol do meio dia pra te ver
Se me pedisse com carinho, até sangue eu parava de beber
E usaria um crucifixo no peito, tomava banho de água benta por você

Muitas coisas eu faria só pra ter sua paixão
Sairia do teto e dormiria no chão
Ou então que nem meu primo da Transilvânia
Que dormia em um caixão

A Escuridão em que Habito

Minha mente me condena a viver e vagar
A representar e sobreviver
Em busca de uma resposta
E me perco em sonhos e olhares e caminhos
Estou em paz na minha sombra
E essa escuridão me conforta

E me vejo melhor do que na luz
Vejo a mim mesmo
E não mais aos outros

Meu reflexo no espelho só parece
Mas eu não sou o que vejo
Sou o que me tornei
Um poeta, um ator, um romântico,
Um lunático contido, um dependente
Da escuridão em que habito